
A história
Numa ilha do rio Mosa, num parque à beira de Liège, ergue-se um pálido pavilhão em estilo Luís XVI construído para uma exposição universal. Quando Liège sediou sua Exposição Internacional em 1905, os arquitetos Jean-Laurent Hasse e Charles Soubre levantaram este palácio de belas-artes entre os pavilhões temporários, e ele foi uma das poucas estruturas mantidas depois que a feira fechou.
Reabriu em 2016 como La Boverie, depois que o arquiteto francês Rudy Ricciotti acoplou uma longa ala de vidro ao antigo edifício, projetando-a em direção à água. Dentro está a coleção de belas-artes da cidade de Liège, pintura europeia que remonta a vários séculos, junto de um grande acervo de gravuras e desenhos exibidos em rodízio.
Entre suas pinturas mais conhecidas está O Feiticeiro de Hiva Oa, de Gauguin, uma obra tardia que ele fez nas Ilhas Marquesas em 1902, um ano antes de morrer lá.


