
A história
Este museu na cidade bretã de Quimper existe por causa de uma condição num testamento. O conde Jean-Marie de Silguy, um homem da região, deixou à cidade uma coleção enorme, 1.200 pinturas e milhares de desenhos e gravuras, com a única condição de que Quimper construísse um lar para mantê-las juntas. A cidade aceitou, e o museu abriu num palácio clássico em 1867.
Os antigos mestres de Silguy ainda ocupam o térreo, mas o que torna o museu singular é a própria Bretanha. Ele guarda uma das mais completas coleções de pintura de inspiração bretã da França, incluindo a escola de Pont-Aven, que se formou em torno de Gauguin numa aldeia vizinha na década de 1880, atraída pelos trajes, pela fé e pela luz da região.
Uma sala no andar de cima é dedicada a Max Jacob, o poeta e pintor nascido em Quimper, amigo de Picasso, que morreu em 1944 num campo em Drancy.
