Museu Nacional de Arte Moderna

Museu Nacional de Arte Moderna

Paris, França · Site


A história

Quando abriu, em 1977, o Centre Pompidou chocou Paris: um edifício com o esqueleto do lado de fora, os canos e dutos pintados de azul, verde e vermelho, e as escadas rolantes subindo pela fachada num tubo de vidro. Renzo Piano e Richard Rogers haviam vencido o concurso com um projeto que virou um museu do avesso para deixar os pisos livres.

Dentro desses pisos livres fica o Musée National d'Art Moderne, a maior coleção de arte moderna e contemporânea da Europa, com mais de 100 mil obras. Ela vai de Matisse e Picasso, passando por Kandinsky, Léger e os surrealistas, até a arte de hoje, e guarda o ateliê reconstruído do escultor Constantin Brancusi num pavilhão externo.

Vale conferir antes, porém. Em setembro de 2025 todo o Pompidou fechou para uma reforma de cinco anos, para retirar amianto e reconstruir o interior, com reabertura prevista para 2030. Durante as obras a coleção está dispersa, emprestada a museus parceiros na França e no exterior, em vez de exposta na esplanada de Beaubourg, onde a estranha máquina de edifício ainda se ergue.

O museu inteiro no bolso. O MuseScope está quase aí.

Acervo

23 obras