
A história
Quando Picasso morreu, em 1973, seus herdeiros se viram diante de pesados impostos franceses sobre a herança, e o Estado permitiu que pagassem em obras de arte. Por uma lei que aceita obras no lugar do imposto, a França escolheu o que quis do espólio e ficou com uma extraordinária série de Picassos que ele nunca havia vendido, trabalhos que preferira guardar. Essa aquisição é o núcleo do Museu Picasso.
Ele ocupa o Hôtel Salé, uma imponente mansão particular no Marais construída na década de 1650 para um homem que enriquecera arrecadando o imposto sobre o sal, de onde vem o apelido. O museu abriu ali em 1985, depois que a casa foi restaurada.
A coleção passa de 5.000 obras em cada meio que Picasso tocou, de telas do Período Azul à escultura tardia, além de suas próprias fotografias e papéis. Também mostra a arte que Picasso comprou e com a qual conviveu, quadros de Matisse, Cézanne e do Aduaneiro Rousseau, dispostos de modo que se veja quais pinturas um homem capaz de possuir quase tudo escolheu manter em casa.
Acervo
6 obras
Cabeça de CabraGustave Courbet, 1875
Retrato de uma MulherHenri Rousseau, 1895
Retrato do artista com lamparina a óleoHenri Rousseau, 1902
Retrato da Segunda Esposa do ArtistaHenri Rousseau, 1900
Natureza-morta com laranjasHenri Matisse, 1912
Os representantes das potências estrangeiras vindo saudar a República em sinal de pazHenri Rousseau, 1907