
A história
O núcleo deste museu começou com o olho de um só homem. Kojiro Matsukata, um magnata japonês do transporte marítimo, comprou arte europeia em grande quantidade em Paris e Londres nos anos 1910 e 1920, com a intenção de erguer uma galeria em seu país. Boa parte ficou na França e, depois da Segunda Guerra Mundial, o Estado francês a reteve como propriedade inimiga. Nos anos 1950 a França concordou em devolver a coleção sob uma condição: o Japão teria de construir um museu à altura para abrigá-la.
Esse museu, no Parque Ueno, em Tóquio, é o único edifício no Japão projetado pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier, uma espiral de concreto bruto pensada para crescer para fora conforme a coleção crescesse. Abriu em 1959 e foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO em 2016. Lá dentro estão os impressionistas que Matsukata amava, Monet e Renoir entre eles, e na frente há um jardim de bronzes de Rodin, incluindo O Pensador e A Porta do Inferno.
Acervo
12 obras
Santa PraxedesJohannes Vermeer, 1655
Gabrielle CotWilliam-Adolphe Bouguereau, 1890
Parisienses em trajes argelinosPierre-Auguste Renoir, 1872
A Taça do AmorDante Gabriel Rossetti, 1867
Diego Felipe de Guzmán, Marquês de LeganésAnton van Dyck, 1634
LamentaçãoGovert Flinck, 1637
A sesta, lembrança da EspanhaGustave Doré, 1868
O Filósofo CratesJusepe de Ribera, 1636
RosasVincent van Gogh, 1889
O Casamento Místico de Santa CatarinaPaolo Veronese, 1547
NenúfaresClaude Monet, 1916
Cigana pensativaGustave Courbet, 1869