
Anthony van Dyck · PD
Retrato de uma dama genovesa
Ficha técnica
A história
Atrás dela, do outro lado das colunas, abre-se um jardim com uma estátua que o Louvre acredita ser um Júpiter. É o tipo de cenário que Van Dyck montava em Gênova para as famílias que governavam a república, com colunas, cortina pesada e uma vista, num formato de corpo inteiro antes reservado a soberanos. Ele pintou esta tela por volta de 1626 ou 1627, no fim dos anos genoveses. Quem é a mulher ninguém sabe. O museu levanta duas hipóteses, a marquesa Geronima Spinola-Doria ou alguma De Mari, e não fecha com nenhuma. O quadro ficou em palácios de Gênova até o século XIX, passou depois para os Rothschild, em Paris, e entrou no Louvre em 1949, doado pelos filhos do barão Édouard em agradecimento ao trabalho da comissão que recuperou obras da família depois da guerra.




