
Anthony van Dyck · PD
Rinaldo e Armida como amantes observados por Ubaldo e Carlo
Ficha técnica
A história
A tela chegou a Paris em 1795, depois que o estatuder Guilherme V fugiu para a Inglaterra, e passou muito tempo catalogada como imitação de Van Dyck. Antes disso, segundo o Louvre, estava em Haia, no palácio do estatuder Frederico Henrique de Orange, num inventário de 1632 que a descreve como Marte e Vênus, própria para enfeitar uma lareira. O tema vem do poema "Jerusalém libertada", de Torquato Tasso. A feiticeira Armida prende o cruzado Rinaldo num jardim encantado, e seus cupidos, uma invenção de Van Dyck, tiram-lhe as armas. O escrivão de 1632 reparou num detalhe, um cupido que calçou uma das chinelas vermelhas de Armida. Na borda, meio escondidos na folhagem, aparecem Ubaldo e Carlos, enviados para levar Rinaldo de volta à guerra. Uma gravura de 1644 mostra a composição mais alta, sinal de que a parte de cima foi cortada.




