Vaso de Flores
Ficha técnica
A história
Em janeiro de 2019, na parede a que este quadro pertence havia uma fotografia dele em preto e branco, com uma única palavra impressa embaixo em três línguas: stolen, rubato, gestohlen. Foi assim que o diretor dos Uffizi pediu publicamente à Alemanha que o devolvesse. O vaso de flores faltava desde julho de 1944. O Palácio Pitti esvaziara as paredes em 1940, os caixotes foram para Poggio a Caiano, depois para uma villa perto de Montespertoli e, com o exército alemão em retirada, para o norte, até Castel Giovo, no vale do Passiria. Ali um cabo da Wehrmacht abriu um caixote e mandou a pintura para a mulher, em Halle. Não se soube mais nada dela até novembro de 1989, poucas semanas depois da queda do Muro, quando a família que a tinha perguntou às coleções estaduais da Baviera o que era e quanto valia. A Alemanha a devolveu em 19 de julho de 2019, na Sala Bianca do Palácio Pitti. Quem a comprara fora o grão-duque Leopoldo II, em 1824, de um negociante de Mannheim, para a galeria que estava fundando. Hoje ela está de novo na Sala dei Putti, assinada na borda da laje de mármore pintada, Jan Van H.




