Instituto de Arte de Chicago

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Chicago, Estados Unidos · Site


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A história

Dois leões de bronze guardam a escadaria da Michigan Avenue desde 1894, fundidos pelo escultor Edward Kemeys, e os habitantes de Chicago os vestem com capacetes dos times sempre que um clube local chega a uma final. O edifício atrás deles foi erguido em 1893 para a Exposição Universal Colombiana, a feira mundial que por um breve tempo transformou a cidade num cenário de palácios de gesso branco, e a jovem instituição, fundada em 1879 como escola e galeria ao mesmo tempo, mudou-se para lá e ficou.

O que faz as pessoas cruzarem o país é uma sequência de quadros que veio parar aqui quase por um acaso de época, quando as fortunas do trigo e das ferrovias de Chicago compravam a pintura francesa que Paris ainda não aprendera a desejar. Uma Tarde de Domingo na Grande Jatte, de Georges Seurat, a enorme cena de parque com parisienses rígidos como peças de xadrez e construída inteiramente de minúsculos pontos de cor, está pendurada aqui desde 1924. A algumas salas dali estão os Noctâmbulos de Edward Hopper, a lanchonete que varava a noite numa esquina deserta, pintada em 1942 no primeiro inverno após Pearl Harbor. E nas galerias americanas está o Gótico Americano de Grant Wood, o fazendeiro com o forcado e a mulher a seu lado, um quadro tão parodiado que as pessoas esquecem ser uma pequena pintura real sobre madeira.

A parte mais nova é a Ala Moderna, um bloco cheio de luz do arquiteto italiano Renzo Piano, aberto em 2009, que acrescentou um andar inteiro à arte do século 20 e contemporânea. Suas galerias superiores foram feitas para pintores como Cy Twombly e Gerhard Richter, iluminadas através de um dossel de lâminas de alumínio que filtra o céu plano do Meio-Oeste.

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Acervo

87 obras