
A história
Lady Barber propôs-se a formar uma pequena coleção em que cada quadro fosse de primeira ordem. Em 1932 deixou sua fortuna à Universidade de Birmingham para fundar um instituto de estudo da arte e da música, com a instrução de que seus curadores comprassem apenas obras de mérito excepcional e notável, e nenhuma de artista ainda vivo. Ela morreu quatro meses depois e nunca viu uma única aquisição.
O resultado, aberto em 1939 num sóbrio edifício art déco que também serve de sala de concertos em funcionamento, é muitas vezes chamado de uma das mais finas pequenas coleções da Grã-Bretanha. Em menos de 150 pinturas, vai de Bellini e um esboço a óleo de Rubens a Murillo, à Carroça da Colheita de Gainsborough, a Monet, aos jóqueis de Degas e a um Van Gogh, com um exemplar forte a representar cada capítulo da arte europeia.
Os curadores ainda compram segundo a regra exigente de Lady Barber, e o instituto guarda também uma das notáveis coleções de moedas do país, especialmente forte em emissões bizantinas e medievais.





