Museu de Drenthe

Museu de Drenthe

Assen, Países Baixos · Site


A história

Um dos barcos mais antigos que se conhecem está no Museu de Drenthe, em Assen. A canoa de Pesse, um tronco escavado de pinheiro-silvestre com pouco menos de 3 metros, foi encontrada na turfa desta província e data de cerca de 8000 a.C. Não muito longe jaz a menina de Yde, uma adolescente que morreu há uns 2.000 anos e foi encontrada em 1897 numa turfeira perto da aldeia de Yde. Foi a turfa de Drenthe que conservou as duas.

A turfa atravessa também a coleção de arte. Vincent van Gogh passou o outono de 1883 em Drenthe, escreveu que a beleza da região o arrebatava e pintou aquela paisagem de turfeiras. Sua Barcaça de turfa com duas figuras, pintada depressa com pincel e espátula, mostra uma barcaça e dois cortadores de turfa entre os montes de turfa. O museu a comprou em 1997. Ela fica numa coleção centrada na arte de cerca de 1885 a 1935, com Jan Toorop entre os pintores, e na pintura realista.

Fundado em 1854, o museu ocupa um conjunto de prédios no terreno de um convento de freiras do século 13, entre eles a igreja abacial de tijolo e a sede do governo provincial, iniciada em 1882. Uma ampliação do arquiteto holandês Erick van Egeraat, concluída em 2011, ficou em grande parte no subsolo. Durante as obras, uma cocheira do século 18 foi erguida inteira e assentada sobre uma base de vidro, para que a luz do dia chegue às salas de baixo. Em janeiro de 2025, ladrões explodiram à noite uma porta lateral e levaram o capacete de ouro de Coțofenești e três braceletes dácios emprestados pelo Museu Nacional de História da Romênia. O capacete e dois dos braceletes foram recuperados em abril de 2026.

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Acervo

1 obra