
A história
Isto é, antes de tudo, uma catedral em funcionamento, a maior igreja gótica dos Países Baixos, sua única torre concluída erguendo-se a mais de 120 metros sobre Antuérpia, visível de longe pela planície flamenga. Construí-la levou quase dois séculos, até a década de 1520, e uma segunda torre nunca foi terminada por falta de dinheiro.
Em matéria de arte, o público vem por Rubens. Peter Paul Rubens viveu e trabalhou em Antuérpia no auge de sua fama, e a catedral guarda quatro de seus grandes retábulos, pintados nos anos em torno de 1610 a 1620. 'A Descida da Cruz', com o corpo pálido e morto de Cristo baixado sobre um lençol branco, é aquele diante do qual a maioria dos visitantes atravessa a nave para ficar. Seu par, 'A Elevação da Cruz', está ali perto, e uma 'Assunção' no alto do altar-mor.
As pinturas foram feitas para exatamente estas paredes, levadas pelas tropas francesas na década de 1790 e devolvidas depois, de modo que voltam a pendurar-se na luz e na altura que foram concebidas para preencher.
Acervo
6 obras
A Elevação da CruzPedro Paulo Rubens, 1610
O Descimento da CruzPedro Paulo Rubens, 1611
A Assunção da VirgemPedro Paulo Rubens, 1626
A Ressurreição de CristoPedro Paulo Rubens, 1611
São Francisco de Assis em oraçãoBartolomé Esteban Murillo, 1645
A Visitação (painel esquerdo do tríptico)Pedro Paulo Rubens, 1611