Johan Hendrik Weissenbruch

Johan Hendrik Weissenbruch

1824–1903 · Reino dos Países Baixos · Escola de Haia


A história

Pergunte a Johan Hendrik Weissenbruch o que mais importava num quadro e ele tinha a resposta pronta: o céu. 'O céu e a luz são os grandes mágicos', gostava de dizer, 'e é o céu que decide o que a pintura será'. Dedicou uma longa carreira, de 1824 a 1903, a comprová-lo pela paisagem plana e encharcada dos arredores de Haia.

Vinha do Romantismo holandês e de seu detalhe minucioso, aprendendo com as telas do mestre seiscentista Jacob van Ruisdael, célebre por suas nuvens imponentes, e depois afrouxou tudo aquilo. Tornou-se uma das figuras principais da Escola de Haia, o círculo de pintores holandeses que, a partir da década de 1870, saíam ao ar livre para captar o cinzento tempo litorâneo e a luz mutável em pinceladas rápidas e delicadas.

Seus temas permanecem modestos — um canal, um moinho, uma faixa de duna, um pôlder sob um céu imenso e em movimento. É lembrado sobretudo por suas aquarelas, em que umas poucas marcas úmidas e sem pressa bastam para pôr as nuvens à deriva sobre o baixo horizonte holandês.

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Obras

2 obras