
Adão e Eva
Ficha técnica
A história
Estas duas tábuas, um Adão e uma Eva de cerca de 1,7 metro cada, foram pintadas em 1528 como quadros distintos que, no entanto, sempre deviam ser lidos como um só. A pista é a árvore do conhecimento, pintada em duas metades, uma em cada tábua, de modo que os ramos só se juntam quando os quadros são pendurados juntos. O par chegou a Florença, à coleção dos grão-duques de Médici, onde uma mão alemã não era esperada. O conhecedor Filippo Baldinucci registrou-os como obra de Albrecht Dürer, e foi preciso um inventário de 1784 para lhes devolver o nome de Cranach. Durante quase toda a sua vida nos Uffizi as duas ficaram separadas. Em 2025 a galeria voltou a colocá-las em uma única moldura, tal como a árvore fora concebida.




