
Claude Monet · PD
Estrada em La Cavée, Pourville
Ficha técnica
A história
No norte da França, uma cavée é um caminho fundo, uma trilha escavada ou gasta na encosta, e em Pourville, um vilarejo da costa da Normandia perto de Dieppe, uma delas deu nome a este caminho. Monet o pintou mais de uma vez em 1882. Em 10 de outubro daquele ano ele vendeu a seu marchand, Paul Durand-Ruel, quatro telas chamadas todas Caminho de La Cavée, Pourville, e como ninguém as fotografou, não dá para afirmar que esta seja uma das quatro. O Museum of Fine Arts lê a composição como um X, um esquema que Monet já tinha experimentado em 1863 ou 1864 e que refinou ao longo de quase 20 anos. O caminho passa entre dois montes suaves, e para onde ele vai depois fica em aberto. Não há ninguém nele. Naquela altura, observa o museu, Monet raramente punha uma figura numa paisagem, e um único passante transformaria a cena numa anedota. O quadro entrou no museu em 1924, com o legado de Susan Mason Loring, de Beverly, no litoral ao norte de Boston.




