
Natureza-morta com garrafas e frutas
Ficha técnica
A história
Em 17 de março de 1893, Bernard sentou-se para listar os próprios quadros e encabeçou o papel como inventário feito antes de partir para a Itália. Tinha 24 anos e imaginava uma ausência curta. O caminho passou por Pisa, Gênova e Florença, seguiu para Istambul e Jerusalém e terminou no Egito, onde se fixou no Cairo e ficou uns dez anos. Esta natureza-morta, de 45 por 32 centímetros, é datada por volta desse momento, com garrafas e frutas empurradas bem para a frente do quadro. Potes, garrafas e maçãs continuaram com ele até o fim da vida. Em 1996 o museu a enviou a Tóquio, para uma exposição de naturezas-mortas do próprio acervo.




