Museu da Cidade de Bruxelas

Museu da Cidade de Bruxelas

Bruxelas, Bélgica · Site


A história

No último andar da Casa do Rei, na Grand-Place de Bruxelas, está um menino de bronze com pouco mais de meio metro. É o Manneken Pis original, fundido em 1619 pelo escultor Jérôme Duquesnoy, o Velho. Depois do último de vários roubos, em 1965, uma réplica foi posta na esquina, a poucos minutos a pé, e o original foi trazido para cá, protegido.

O prédio tem um nome curioso. Desde o século 13 havia neste lugar um mercado coberto de pão, daí o nome em holandês, Broodhuis, casa do pão. Mais tarde abrigou repartições dos duques de Brabante, e quando o herdeiro deles, Carlos V, se tornou rei da Espanha em 1516, passou a se chamar Maison du Roi, Casa do Rei, embora nenhum rei tenha morado ali. Em junho de 1568 os condes de Egmont e de Horn, dois nobres que haviam se oposto à política espanhola, foram decapitados na praça em frente. O prédio antigo foi danificado no bombardeio francês de 1695, e o arquiteto Victor Jamaer o reconstruiu em estilo neogótico entre 1874 e 1896. O museu da cidade está aqui desde 1887.

Lá dentro, pinturas, tapeçarias e maquetes da cidade medieval contam a história de Bruxelas. O quadro mais conhecido é um Cortejo Nupcial, um grupo de aldeões a caminho de um casamento, que a cidade comprou em 1966 como original de Pieter Bruegel, o Velho. A maioria dos especialistas não aceita mais essa atribuição. Eles o veem como uma de várias versões de uma composição do círculo de Bruegel, e alguns catálogos o atribuem ao filho dele, Jan Brueghel, o Velho.

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Acervo

2 obras