Museu de Arte Eskenazi

Museu de Arte Eskenazi

Bloomington, Estados Unidos · Site


A história

Em 1875, Gustave Caillebotte pintou o rio Yerres junto à propriedade da família, a sudeste de Paris, e deixou de fora quase tudo, menos a chuva batendo na água e os círculos se espalhando pela superfície. O quadro é um dos mais conhecidos do Museu de Arte Eskenazi, o museu da Universidade de Indiana em Bloomington, e divide as salas europeias com O porto de Argenteuil, de Claude Monet, e um retrato da sra. Chinnery por Élisabeth Vigée Le Brun, que foi pintora de Maria Antonieta.

O museu nasceu em 1941 sob Henry Radford Hope, que chefiava o departamento de belas-artes da universidade, e sua primeira exposição foi dedicada a pintores do vizinho condado de Brown. O prédio atual, do arquiteto I. M. Pei, foi inaugurado em 1982 como dois triângulos de concreto ligados por um átrio sob um teto de vidro. Depois de uma doação de 15 milhões de dólares de Sidney e Lois Eskenazi, fechou em 2017 para reforma e reabriu em 2019 com o nome do casal.

O acervo soma cerca de 45 mil objetos, com Picasso e Jackson Pollock nas salas de arte moderna e arte africana e da Oceania numa galeria própria. As salas de arte antiga devem muito ao diplomata americano Burton Y. Berry, cuja doação de joias antigas reúne cerca de 5 mil peças.

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Acervo

1 obra