
A história
Em 1982, a Kubosō, empresa que por cerca de um século atuou no comércio de algodão em Izumi, no sul da província de Osaka, doou à cidade não só a coleção de arte de seus donos, mas também um prédio para o museu, o terreno e um fundo para mantê-lo. Com a doação vieram umas 500 obras, reunidas ao longo de três gerações da família Kubo, descendentes do fundador da empresa, Kubo Sōtarō.
O coração do museu é a arte do Leste Asiático. Seus dois Tesouros Nacionais são um vaso chinês de celadon da dinastia Song do Sul, com alças em forma de fênix, conhecido pelo nome de Bansei, que significa dez mil vozes, e um rolo de poemas da corte Heian. Desde então o acervo cresceu para mais de 10.000 obras e documentos.
Em 1997 abriu-se uma nova ala com uma sala reservada à arte ocidental, um pequeno conjunto de cerca de 25 quadros. Entre eles estão as Ninfeias de Claude Monet, de 1907, e a vista da agência de correio de Cagnes, de Renoir, pintada em 1906 na cidade da Riviera onde ele passou seus últimos anos.
