
Margens do Sèvre (Vendeia)
Ficha técnica
A história
Em 1837 Théodore Rousseau, então com 25 anos, viajou para o oeste com o amigo e colega Charles Le Roux até a propriedade da família Le Roux em Souliers, perto de Bressuire, naquela região de sebes e sítios onde, na década de 1790, tinha sido travado o levante monarquista da Vendeia. Dessa estadia saiu um de seus quadros mais conhecidos, A Alameda dos Castanheiros, hoje no Louvre. O título deste painel aponta para o mesmo canto da França, as margens do Sèvre na Vendeia, mas ele pertence a um momento bem posterior. O museu o data de 1859, e no canto inferior esquerdo Rousseau escreveu Paris e um ano do qual só se lê 185. A assinatura está embaixo à direita. A história inicial do quadro em Boston é incerta. Talvez em 1879 ele já pertencesse a Thomas Wigglesworth, que pode tê-lo emprestado naquele ano ao Boston Art Club, e na família ele passou para a sobrinha, Jane Norton Grew, que o doou ao museu em 1917.




