
Albrecht Dürer · PD
Altar Jabach: São Simeão e São Lázaro
Ficha técnica
A história
Do retábulo a que esta tábua pertencia sobraram quatro pedaços, espalhados por três cidades. Dürer o pintou entre 1503 e 1505, provavelmente por encomenda de Frederico, o Sábio, príncipe-eleitor da Saxônia, e a obra costuma ser associada ao fim da peste que atingiu a Saxônia em 1503. Sobre fundo de ouro estão Simeão, o velho que tomou o Menino nos braços no Templo, e Lázaro. Esta era a face interna de uma das asas. A parte central, para onde tudo convergia, se perdeu, e não há acordo sobre se era pintada ou entalhada. A face externa sobreviveu partida em dois: Jó sentado no monte de estrume, no Städel de Frankfurt, e os dois músicos que tocam para ele, no Wallraf-Richartz de Colônia. Era uma cena só, e o vestido da mulher de Jó ainda passa da borda de uma tábua para a outra. O conjunto leva o nome dos Jabach, a família de Colônia que o teve por muito tempo.




