A perseguição das harpias

Peter Paul Rubens · PD

A perseguição das harpias


Ficha técnica

Ano
1636
Técnica
óleo
Tipo
pintura
Dimensões
14,4 × 14 cm

A história

Em 1889, quando a duquesa viúva de Pastrana doou ao Prado nove pequenas tábuas de Rubens, esta entrou no catálogo da doação como cópia de Rubens, com o título Dois anjos afugentando os espíritos malignos. Os jovens alados tinham sido lidos como anjos, e as criaturas perseguidas, como demônios. São Zetes e Cálais, os filhos alados do vento norte, e o que eles perseguem são harpias, metade mulher, metade ave. Ovídio resolve o episódio em dois versos; quem o narra com calma é Apolônio de Rodes nas Argonáuticas, quando as harpias caem sobre a comida de um velho cego e os dois irmãos partem atrás delas de espada em punho. Rubens trabalhou os rapazes a fundo e deixou as harpias bem mais esboçadas, uma delas cortada pela borda da tábua, que tem 14 centímetros.

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