A Vitória coroa o herói

Peter Paul Rubens · PD

A Vitória coroa o herói


Ficha técnica

Ano
1632
Técnica
óleo
Tipo
pintura

A história

Por volta de 1613, Rubens pintou uma grande alegoria, hoje em Kassel, de um comandante vitorioso coroado depois que a Concórdia o ajudou a vencer a Discórdia. Quase 20 anos depois, no começo da década de 1630, ele voltou a esse desenho para este pequeno painel de carvalho, com pouco mais de meio metro de largura, e com algumas mudanças lhe deu outro sentido. Os inimigos mortos continuam aos pés do vencedor, e Vitória, a deusa da vitória, continua a pôr a coroa de louros em sua cabeça. O vencedor, porém, vira-se para longe dela, na direção da figura da Virtude, que está atrás dele. Na leitura do museu, a coroa agora vai para um vencedor que se destaca pela virtude. Rubens reaproveitou assim as próprias invenções a vida inteira, ajustando uma pose ou uma figura a uma nova mensagem em vez de começar do zero. O painel talvez tenha pertencido a Nicolas Régnier, pintor e marchand em Veneza, e depois ao arquiduque Leopoldo Guilherme.

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