Rijksmuseum

Rijksmuseum

Amsterdã, Países Baixos · Site


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A história

No fim de uma longa galeria está pendurada A Ronda Noturna de Rembrandt, uma companhia de milícia irrompendo em movimento enquanto seu capitão dá um passo à frente, pintada em 1642. Não é bem o quadro que Rembrandt fez. Em 1715 a cidade a levou para a prefeitura, achou-a larga demais para a parede e cortou tiras dos quatro lados, eliminando de vez duas figuras à esquerda. O museu vem estudando e limpando a obra dentro de uma redoma de vidro, à plena vista do público, num projeto que chama de Operação Ronda Noturna.

O Rijksmuseum é o museu nacional dos Países Baixos, construído para contar a história do país tanto quanto para pendurar suas pinturas. Pierre Cuypers deu-lhe uma fachada de tijolo em ares de catedral em 1885, tão carregada de história holandesa que os críticos da época resmungavam parecer mais uma igreja do que um museu. Uma reforma de dez anos o fechou quase por completo, e ele reabriu em 2013 com os antigos salões de pintura restaurados.

O coração de tudo é o Século de Ouro, o século 17 em que esta pequena nação mercante foi por um breve tempo a mais rica da Europa e seus cidadãos quiseram a si mesmos e a seu mundo pintados. A Leiteira de Vermeer despeja seu fino fio de leite num aposento simples, quieta e exata. Ao seu redor pendem os retratos de milícia, as batalhas navais e as cenas de canais congelados que esses mercadores e burgueses encomendaram de seu próprio mundo.

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Acervo

90 obras