
Promessa de primavera
Ficha técnica
A história
Nos últimos anos Alma-Tadema pintou muitos quadros pequenos de jovens namorados em trajes antigos, e esta tábua de 1890 é um deles, com menos de 40 centímetros de altura. Um rapaz e uma moça se encontram junto a um banco de mármore, sob uma árvore carregada de flores brancas, a primavera do título. Ele se inclina para ela. Ela se recosta e olha para fora do quadro, para nós. O museu observa como a curva dos galhos no alto responde à dos dois corpos embaixo e como o olhar dela fica emoldurado entre eles. As roupas são antigas, e o mármore também, pintado com aquele polimento frio que o tornou famoso. A assinatura está na mureta de mármore à direita e, logo abaixo, o número de opus que ele deu à obra, CCC III, ou seja, 303 em algarismos romanos. Em 1910, dois anos antes de sua morte, a tábua foi reproduzida num livro sobre sua obra tardia, com crédito aos marchands londrinos Arthur Tooth and Sons. Em 1939 pertencia a Frances M. Baker, de Boston, que no mesmo ano a deixou ao museu.




