
Bailarina oscilante (Bailarina de verde)
Ficha técnica
A história
Esta folha de papel, de 64 por 36 centímetros, passou por muitas casas antes de chegar a Madri. Uma das primeiras foi a do pintor inglês Walter Sickert, admirador incondicional de Degas, que a pendurou em lugar de honra na sua casa em Londres a partir da primavera de 1886. Foi Sickert quem lhe deu o segundo título, Bailarina verde, talvez por sugestão do próprio Degas. Quando o casamento acabou, o pastel ficou com a família da mulher dele, que o vendeu para Paris em 1902.
Dali ele seguiu por comerciantes parisienses, pela coleção do escocês William Cargill e por um leilão em Londres em 1963, até o colecionador americano Norton Simon, de Pasadena, na Califórnia. Em 5 de maio de 1971, num leilão de obras de Simon em Nova York, quem o comprou foi o barão Hans Heinrich Thyssen-Bornemisza.
A cena é vista de um camarote lateral, do alto. Só uma bailarina aparece inteira, girando com o seu tutu verde, e as outras ficam cortadas pela borda do papel.





