
Psiquê reanimada pelo beijo do Amor
Ficha técnica
A história
Canova começou este mármore em Roma em 1787, por encomenda de um coronel britânico, John Campbell, e ainda trabalhava nele quando estourou a Revolução Francesa. Terminou-o por volta de 1793, mas a obra nunca foi entregue ao coronel. Depois, um comprador holandês a adquiriu e a deixou no ateliê do escultor.
Quem finalmente a levou embora foi um homem da nova França. Joaquim Murat, general de Napoleão e seu cunhado, já a exibia em 1801 em seu castelo de Villiers, nos arredores de Paris. Em 1808, ano em que se tornou rei de Nápoles, cedeu-a ao imperador em troca de rendas no novo reino, e em março de 1809 o grupo entrou no Louvre.
Perto dos pés de Psiquê ainda se vê a alça de metal que antigamente permitia girar a escultura sobre a base, para admirá-la de todos os lados.




