National Gallery

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Londres, Reino Unido · Site


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A história

Depois de estourar a guerra, e com a invasão prevista para 1940, os quadros da National Gallery foram levados para longe de Londres. No verão de 1941 já estavam escondidos numa mina de ardósia nas montanhas do norte do País de Gales. Alguém sugerira embarcá-los para o Canadá, e Churchill respondeu: escondam-nos em cavernas e porões, mas nenhum quadro deixará esta ilha. No fundo da pedreira de Manod, em câmaras de tijolo construídas para manter estáveis a umidade e a temperatura, o Retrato de Arnolfini de van Eyck e O Temerário de Turner esperaram o fim da Blitz, enquanto a pianista Myra Hess dava concertos ao meio-dia nas galerias esvaziadas de volta em Londres.

A galeria nasceu pública. Começou em 1824, quando o Parlamento comprou 38 pinturas do banqueiro John Julius Angerstein, e foi implantada de propósito na Trafalgar Square, no centro de Londres, para que um caixeiro ou um carroceiro chegasse a ela tão facilmente quanto um lorde. Sua coleção permanente continua gratuita.

Durante a guerra, a equipe seguiu trazendo obras-primas isoladas de volta do País de Gales, uma de cada vez, para expô-las no edifício vazio como uma Pintura do Mês, para uma cidade sob bombardeio. As mesmas salas guardam hoje o Díptico Wilton, os Girassóis de Van Gogh e A Carroça de Feno de Constable, abertas a quem quer que suba os degraus a partir da praça.

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Acervo

317 obras